Benfica considera processo de centralização “anacrónico e desatualizado”
Clube encarnado manifesta posição crítica relativamente ao atual modelo de centralização e defende uma abordagem mais ajustada à realidade do futebol moderno.
O Benfica considera que o atual processo de centralização apresenta características que já não correspondem às exigências do futebol atual. A posição do clube surge acompanhada de fortes críticas ao modelo em discussão, considerado “anacrónico e desatualizado”.
A direção encarnada entende que qualquer alteração ao modelo de distribuição das receitas deverá ter em conta a realidade económica e competitiva do futebol português, bem como a necessidade de criar condições para que os clubes possam aumentar a sua capacidade de investimento.
Para o Benfica, o processo deverá ser analisado de forma global, procurando encontrar um equilíbrio entre os diferentes intervenientes e garantindo que as soluções adotadas sejam sustentáveis a longo prazo.
A centralização dos direitos audiovisuais tem sido um dos temas de maior discussão no futebol português, envolvendo clubes, Liga e restantes entidades do setor. O objetivo passa por definir um modelo capaz de reforçar o valor comercial das competições e melhorar a distribuição das receitas.
Contudo, a posição do Benfica demonstra que continuam a existir divergências significativas quanto à forma como esse processo deverá ser concretizado.
O clube encarnado pretende, assim, que a discussão avance com base em critérios que considera mais modernos e adequados à evolução do mercado, mantendo uma posição crítica perante aquilo que classifica como um modelo “anacrónico e desatualizado”.
